Informações Importantes
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Mamografia
A mamografia constitui o principal exame associado ao diagnóstico do câncer de mama. Em mulheres sem sintomas, deve ser realizado uma vez ao ano, a partir dos 40 anos.
Em mulheres com mama densa, fato observado no exame de mamografia, pode-se adicionar a ultrassonografia mamária.
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Sintomas Mamários
Mulheres com sintomas mamários, devem procurar um mastologista,
Os principais sintomas associados ao câncer de mama são: nódulos mamários ou axilares, espessamento da pele da mama, e/ou descarga mamilar sanguinolenta ou aquosa.
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BIRADS
Os exames de imagem auxiliam o mastologista na avaliação da necessidade de biópsia e no risco associado ao câncer de mama. Para tal, utiliza-se a classificação de BI-RADS.
Os exames radiológicos realizados devem ser apresentados ao médico que solicitou o exame. Os exames radiológicos são complementares e existe a possibilidade de um exame falso positivo ou falso negativo.
De uma maneira geral:
Categoria 1 e 2: sem risco, devendo-se realizar exame anualmente
Categoria 3: baixo risco (<2%), devendo-se repetir o exame em 6 meses
Categoria 4: risco intermediário (entre 2 e 95%) necessita de realização de biopsia, o que pode ser realizada com agulha fina
Categoria 5: risco elevado (> 95%), necessita de ressecção da lesão
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Diagnóstico precoce
Valoriza-se a pesquisa do câncer de mama, visando o diagnostico precoce, fato que diminui o tratamento e se associa a elevadas taxas de cura. Neste sentido, em mulheres assintomáticas, a mamografia deve ser realizada anualmente após os 40 anos
O tratamento do câncer de mama evoluiu muito nos últimos anos, com o aumento das modalidades de tratamento, determinando elevação das taxas de cura.
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Cirurgia preservadora no câncer de mama
O tratamento mudou radicalmente nas últimas décadas, com elevação das taxas de cirurgia preservadora da mama e da axila. Tal fato se deve em função:
(1) pesquisa do linfonodo sentinela;
(2) desenvolvimento da cirurgia oncoplástica mamária;
(3) terapêutica sistêmica neoadjuvante (anterior à cirurgia);
(4) ressecção exclusiva da doença residual pós- quimioterapia neoadjuvante, através do auxilio da radiologia intervencionista.
Tais mudanças foram efetivas na diminuição das sequelas associadas ao tratamento, bem como proporcionando elevação da qualidade de vida.
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Cirurgia Oncoplástica da mama
Trata-se de um conjunto de técnicas cirúrgicas que visam aprimorar os resultados cosméticos do câncer de mama.
Tais técnicas tem permitido a elevação da taxa de tratamento conservador da mama, associado a elevação das mastectomias preservadoras de pele e/ou mamilo.
Em pacientes selecionadas, com condições clínicas de relação mama/tumor desfavoráveis, para tratamento conservador da mama, pode-se lançar mão de técnicas de oncoplastia extrema
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Cirurgias redutoras de risco de aparecimento do câncer de mama
Visam diminuir o risco vital para o desenvolvimento do câncer de mama. Constituem as mastectomias preservadoras de mamilo. Sua indicação ocorre em situações alterações genéticas especificas, como a mutação do gene BRCA e do p53.
Na presença de dúvidas, procure um mastologista!